BioNorma Solutions — Due Diligence (CEO)
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Carta executiva ao investidor
Documento para responder objetivamente ao questionário de Due Diligence (técnica, comercial e jurídica).
Por confidencialidade, o componente proprietário é descrito como TORRE; demais subsistemas são itens comerciais.
Mensagem do CEO: foco em redução de risco
Esta resposta foi estruturada para ser auditável: (i) definimos uma unidade padrão (1 TORRE), (ii) reconciliamos números, (iii) descrevemos métodos de medição/qualidade e (iv) listamos evidências objetivas para o Data Room.
Onde ainda não há resultado final (ex.: 3 lotes consecutivos), apresentamos método, plano de validação e entrega — sem “assumir” premissas comerciais sem contrato.
Produção (1 TORRE)
1,3 kg/dia
1 turno • 8h
Produção mensal (1 TORRE)
28,6 kg/mês
22 dias operacionais
OPEX mensal (1 TORRE)
R$ 477 mil
Base de planejamento
CAPEX base (1 TORRE)
R$ 2,049 M
Base conservadora
Regra 1 TORRE = unidade operacional de capacidade
Escala 10 TORRES = 10× capacidade (produção) com curva de eficiência em custos
Governança Evidências controladas em Data Room
Matriz de risco (executiva)
O que normalmente “quebra” um projeto industrial em DD e como endereçamos.
Licenças & GMP
Produção inicial em instalação parceira com licenças e adequação farmacêutica (ver seção Parceiros & Licenças).
Mitigação: infraestrutura + QMS
Qualidade (CoA, endotoxina, IgG)
Pacote de CoA de 3 lotes consecutivos + métodos analíticos e critérios por grau (RUO/Cell Culture/IVD).
Mitigação: evidência + reprodutibilidade
Economia (preço & payback)
Sai “simulação” e entra “contrato”: preço B2B por grau com LOIs/contratos e premissas rastreáveis (OEE, impostos, CG).
Mitigação: reconciliação + LOIs
Suprimento & rastreabilidade
Política formal de origem e cadeia fria, critérios de aceitação e trilha de lote até o CoA.
Mitigação: rastreabilidade
Números e escalonamento
Consolidação por 1 TORRE e projeção direta para 10 TORRES (capacidade).
Para DD, custos em escala serão apresentados em duas visões: (i) conservadora linear e (ii) curva de eficiência (fixos diluídos + compartilhamento de QC/utilidades).
1 TORRE vs 10 TORRES
| Métrica | 1 TORRE | 10 TORRES | Notas |
|---|---|---|---|
| Produção diária | 1,3 kg/dia | 13,0 kg/dia | Capacidade modular (escala linear de capacidade). |
| Produção mensal (22 dias) | 28,6 kg/mês | 286 kg/mês | Pode aumentar com múltiplos turnos (a definir por OEE e gargalos). |
| OPEX (base) | R$ 477 mil/mês | R$ 4,77 mi/mês | Conservador (linear). Em escala real, parte é fixo e dilui; QC e utilidades podem ser compartilhados. |
| CAPEX (base) | R$ 2,049 mi | R$ 20,49 mi | Conservador (linear). Em escala, infra/QC/ETEs são compartilháveis (curva de eficiência). |
Calculadora executiva (sensibilidade)
Para stress test: torres, dias, preço B2B e OPEX. O CAPEX está linear (conservador) e será refinado com orçamentos em escala.
| Resultado | Valor | Como calculamos |
|---|---|---|
| Produção/mês | — | 1,3 kg/dia/TORRE × dias × torres |
| Receita/mês | — | produção (g) × preço (R$/g) |
| EBITDA/mês (simplificado) | — | receita − (opex × torres) • modelo conservador |
| Payback (meses) | — | CAPEX / EBITDA (se EBITDA > 0). Refinar CAPEX com curva de escala e orçamento real. |
Nota CEO: nesta fase de DD, “preço” só é válido se ancorado em contrato/LOI e em “grau” do produto (RUO / Cell Culture / IVD).
Qualquer número histórico de R$/g usado como simulação será reconciliado e substituído por evidência comercial.
Parceiros, licenças e adequação farmacêutica
Informação essencial para redução de risco regulatório e de time-to-market.
Estratégia operacional (em fechamento)
Estamos em fase de fechamento de um contrato de sociedade operacional com o proprietário do Laboratório Simões (Tijuca, Rio de Janeiro) e com a ProVets.
O objetivo é executar a fase inicial (ramp e primeiros lotes comerciais) em uma estrutura que já possui licenças, adequações e rotina de qualidade compatíveis com nível farmacêutico, acelerando auditorias de clientes e reduzindo risco de licenciamento.
Como isso mitiga risco (o que entra no Data Room)
| Frente | O que muda com Laboratório Simões + ProVets | Evidência |
|---|---|---|
| Licenças | Operação inicial dentro de instalação parceira licenciada e adequações necessárias para escopo farmacêutico. | 🟠 Cópias & escopo |
| Boas Práticas / QMS | Uso/integração de POPs, registros e rotinas de qualidade; responsabilidade técnica e rastreabilidade por lote. | 🟠 Procedimentos |
| Infra & descarte | Tratamento e descarte adequados para alta carga orgânica (efluentes/resíduos), evitando “surpresas” ambientais. | 🟠 PGRS/efluente |
| Auditorias de clientes | Melhora na prontidão: documentação, registros, trilha de lote e CoAs consistentes com exigências B2B. | 🟠 Evidência |
Governança: a BioNorma manterá segregação contratual, contábil e operacional (produção, QC, e comercial), com versionamento de documentos e rastreabilidade no Data Room.
Questionário — respostas objetivas e robustas (CEO)
Estrutura para cada item: (i) resposta direta, (ii) definição/método, (iii) evidência e próximos passos (Data Room).
1) “1,333 kg/1,5 dias” é por 10 torres (100 L) ou por torre? E qual é o rendimento (%) e o método de medição?
🟢 Resposta direta
- Base oficial: a unidade de referência é 1 TORRE. No nosso modelo: 1,3 kg/dia por TORRE (1 turno/8h). Se houver menção “/1,5 dias”, tratamos como variação de ciclo/etapa e será reconciliado em PFD/P&ID.
- Yield (%) — definição auditável: (massa de BSA seca recuperada) ÷ (massa teórica de BSA na fração efetivamente processada), com balanço de massa por etapa e registro de perdas.
- Medição (QC): quantificação por UV 280 nm (coeficiente de extinção), confirmação por SEC-HPLC (agregação) e SDS-PAGE densitometria (pureza). Quando exigido em auditoria, incluir método ortogonal (ex.: nitrogênio total) para reconciliação.
- Evidência: pacote “3 lotes consecutivos” contendo yield global e por etapa, DP, e justificativas/CAPA em caso de variação.
2) Mercado endereçável real (Brasil/LatAm) por grau (reagente / cell culture / IVD / cosmético) com base em importação + pipeline
🟠 Em estruturação (com entrega)
- Entrega DD: TAM/SAM/SOM segmentado por grau, ancorado em (i) dados de importação por códigos pertinentes, (ii) benchmark de catálogo vs bulk, e (iii) pipeline com estágio de homologação.
- Plano de prova comercial: lista de 20–40 contas-alvo, critérios de qualificação (CoA, endotoxina, IgG, bioburden, estabilidade), e cronograma de homologação por segmento.
- Evidência: planilha de importação + benchmark + pipeline (com LOIs quando disponíveis).
3) Payback de 12 meses: calculado sobre o quê e com quais hipóteses (preço/kg, yield, OEE, % vendas contratadas, impostos, capital de giro)?
🟠 Rebase (modelo auditável)
- Resposta direta: payback só pode ser afirmado após definirmos o escopo (1 TORRE, planta/linha, ou equity) e ancorarmos o preço em contrato/LOI por grau, com yield validado, OEE, impostos e capital de giro.
- Como vamos apresentar: (i) payback por TORRE, (ii) payback do projeto/linha em rampa (ramp-up), (iii) sensibilidade (preço, yield, OEE, mix de graus).
- Evidência: modelo financeiro com reconciliação de premissas e versões, incluindo impostos e capital de giro (Data Room item 1 e 10).
4) Método de pureza e limites de endotoxina (EU/mg) e IgG (ppm) por grau vendido
🟢 Metodologia definida
- Pureza (release): SDS-PAGE densitometria (mínimo por grau) + método confirmatório (SEC-HPLC para agregados; opção IEX/UPLC conforme exigência de cliente).
- Endotoxina: LAL (EU/mg) com limite definido por grau (RUO vs “low endotoxin”).
- IgG: ELISA/imunoensaio, com limite em ppm por grau — especialmente em aplicações sensíveis.
- Evidência: CoA de 3 lotes consecutivos por grau com: pureza, endotoxina, IgG, bioburden, umidade, cinzas, pH, solubilidade e agregação.
5) Riscos biológicos (variabilidade, contaminação, endotoxina, desnaturação) — como são endereçados? E de onde vem o fornecimento da ROA?
🟢 Controles & rastreabilidade
- Variabilidade lote-a-lote: especificação e qualificação do insumo (critérios: hemólise, pH, condutividade, bioburden, temperatura/tempo). Critérios de aceitação/rejeição documentados.
- Contaminação microbiana: cadeia fria com limites máximos de hold-time; amostragem de bioburden na chegada e por etapa; procedimento de higienização/CIP onde aplicável; registros obrigatórios.
- Endotoxina: controle upstream (evitar crescimento bacteriano), monitoramento LAL por etapa, e barreiras de processo (filtração/etapas de purificação e controles de sanitização).
- Desnaturação/agregação: controle de temperatura/pH, hold-times e confirmação por SEC-HPLC/solubilidade; limites por grau.
- ROA (matéria-prima): rastreabilidade por lote e documentação de origem. Na fase inicial, a estratégia operacional com Laboratório Simões + ProVets reforça controle de cadeia e registros (Data Room: política de rastreabilidade + evidências).
6) Enquadramento CVM: captação pública ou restrita? Prospecto/termos compatíveis?
🟠 Jurídico/estrutura em formalização
- Diretriz: captação e comunicação serão estruturadas com assessoria jurídica para manter enquadramento adequado (restrita vs pública), documentação e governança consistentes.
- Entrega: parecer jurídico + minuta da estrutura (ex.: veículo/SCP ou equivalente), direitos, deveres, reporting, governança, prestação de contas e compliance.
7) CNAE/objeto social e licenças (sanitária/ambiental), capacidade real (GMP), segregação entre “carne” e “insumo bioquímico”
🟢 Mitigação prática: operação licenciada + ajuste societário
- Resposta direta: para reduzir risco e acelerar auditorias, a BioNorma está fechando contrato de sociedade operacional com o Laboratório Simões (Tijuca/RJ) e a ProVets, que fornecerão licenças, adequações e rotina de qualidade compatíveis com nível farmacêutico para a fase inicial.
- Licenças: o Data Room incluirá cópias, escopo, validade e responsável técnico da instalação parceira (sanitária, ambiental, resíduos/efluentes), além do contrato que define responsabilidades e auditorias.
- CNAE/objeto social (BioNorma): paralelamente, conduziremos a adequação de CNAE/objeto social para refletir o escopo industrial/biotecnológico e manter consistência documental para clientes e investidores.
- Capacidade real (GMP/Boas Práticas): execução dentro da instalação parceira (QMS, registros e controles). A BioNorma implementa seu QMS integrado para manter rastreabilidade e controle de mudança (change control).
- Segregação: segregação formal (contratual/contábil/operacional) entre quaisquer atividades não relacionadas e a fabricação do insumo bioquímico.
8) “40 g/L” — por litro de sangue total ou litro de plasma/soro? Definição + método de medição
🟠 Definição formal (evitar ambiguidade)
- Diretriz: toda concentração será referida à fração efetivamente processada (plasma/soro), e não ao sangue total, para eliminar ambiguidade em auditoria.
- Método: proteína total e BSA específica (UV/HPLC), com curva e padrões; documentação do método no QMS e rastreabilidade.
- Evidência: relatório de método + planilha de reconciliação com amostras e registros de lote.
9) Yield real (%) e desvio padrão lote-a-lote
🟠 Em geração (3 lotes)
- Entrega DD: yield global e por etapa (balanço de massa), DP em 3 lotes consecutivos, e CAPA quando houver variação fora do controle.
- Como apresentaremos: gráfico por etapa + tabela de perdas + reconciliação “entrada vs saída”.
10) Por que 396 L/dia em 300 animais? Coletável vs “volume fisiológico”
🟢 Correção de abordagem
- Resposta direta: o suprimento industrial não depende de “coleta fisiológica recorrente”. A rota mais realista é via cadeia de abate/subproduto com inspeção e rastreabilidade, reduzindo risco e aumentando previsibilidade.
- Evidência: política de suprimento, critérios de qualificação do fornecedor e registros de cadeia fria/tempo até processamento.
11) Gargalo: “lote 1,5 dias” vs “filtro 4 dias”
🟠 A reconciliar (engenharia)
- Como fecharemos: diagrama de ciclo por etapa (processo → clarificação → filtração/TFF → secagem), com capacidade instalada, tempos de hold, e OEE.
- Mitigação típica: paralelização (múltiplos módulos), redundância crítica, e agendamento; gargalo define o dimensionamento real para 1 TORRE e escala.
- Evidência: PFD/P&ID + tabela de capacidade por equipamento + plano de expansão para 10 TORRES.
12) Conta de 2 t/mês: fecha com quantos módulos? (corrigir 625 vs 6.250)
🟠 Correção e dimensionamento
- Resposta direta: apresentaremos a conta fechada com unidades consistentes (L/dia, kg/mês, g/L), e o número de módulos dimensionado por capacidade e gargalo real.
- Entrega DD: planilha de dimensionamento revisada (com revisão de unidades) + “reconciliation” com números do deck e do modelo.
13) Quem é o responsável por QMS/Regulatório/Comex no time?
🟠 Estruturação com parceiros
- Plano: formalizar (i) Responsável de Qualidade/QMS, (ii) Regulatório (ANVISA/MAPA conforme enquadramento e grau do produto), e (iii) Comex para exportação.
- Mitigação imediata: na fase inicial, a operação com Laboratório Simões + ProVets permite alavancar rotina de qualidade e documentação enquanto o time interno é formalizado.
- Evidência: organograma atualizado, job descriptions, contratos/termos e matriz RACI (responsabilidades).
14) Grau do produto (RUO / cell-culture low endotoxin / IVD / GMP) e preço B2B esperado
🟢 Estratégia por grau (sem “assumir” preço)
- Estratégia: iniciar com graus RUO/Cell Culture onde a qualificação é objetiva via CoA e auditorias; evoluir para aplicações mais reguladas conforme validações e requisitos do cliente.
- Preço: será definido por contrato/LOI por grau e volume. Em DD, apresentaremos benchmark e a política comercial (tiering por volume, SLA, specs).
- Evidência: pipeline + LOIs/contratos + tabela de specs por grau e custo por g (com impostos e capital de giro).
15) OPEX real por kg (inclui QC, descarte, utilities, perdas, retrabalho?)
🟢 Base + detalhamento para auditoria
- Base atual (1 TORRE): OPEX mensal R$ 477,000 e produção 28,6 kg/mês → ~R$ 16,7/g (planejamento; cálculo conservador).
- Escopo DD: detalharemos linha a linha: QC (reagentes, calibração, padrões), descarte/efluentes, utilities, perdas e retrabalho, com rateio por kg.
- Escala: em 10 TORRES, parte relevante do overhead (qualidade/infra) é compartilhável, reduzindo custo unitário — será apresentado por curva de eficiência com evidência (orçamentos).
16) Exportação UE: como endereçam ABP (1069/2009 + 142/2011)?
🟠 Roadmap regulatório
- Diretriz: mapear enquadramento ABP e requisitos aplicáveis por grau/uso final, garantindo rastreabilidade, segregação e documentação de processamento.
- Entrega: matriz regulatória UE (ABP) + evidências de origem/processamento e documentação do embarque.
17) Plano TSE/BSE: dossiê alinhado ao EMA/410/01 rev.3 e uso do status WOAH Brasil
🟠 Dossiê TSE
- Diretriz: montar dossiê TSE/BSE com avaliação de risco (origem, país/região, mitigação) e declarações do fornecedor; adequar ao que clientes internacionais normalmente exigem.
- Entrega: TSE statement + evidências do fornecedor + avaliação de risco.
18) EUA: quais permissões/documentos (APHIS/CBP) já mapearam?
🟠 Checklist em construção
- Diretriz: checklist de exportação EUA por uso final, documentação e rotulagem; alinhamento com importador e exigências de entrada.
- Entrega: checklist EUA + requisitos do importador + documentos de embarque.
19) “R$600 milhões/mês (R$6Mi/mês)” — qual é o correto e por quê?
🟢 Reconciliation formal
- Resposta direta: números divergentes surgiram por mistura de unidade (g/kg), escala (1 vs 10 TORRES) e simulações com preços não contratados. Isso será eliminado com reconciliação controlada.
- Entrega: “reconciliation” com: unidade, base (1 TORRE), escala (10 TORRES), premissas comerciais (contrato/LOI), e trilha de versionamento.
Compromisso de evidência (Data Room)
A decisão do investidor deve se apoiar em evidências: CoAs, rastreabilidade, licenças, QMS, e contratos/LOIs.
Itens “em validação” têm método e prazo de entrega definidos no checklist.
Data Room — checklist de entregas (pronto para auditoria)
Lista alinhada ao questionário de DD para avançar conversas em profundidade com investidores.
| Item | Entrega | Status |
|---|---|---|
| 1 | Deck completo + modelo financeiro (CAPEX/OPEX, ramp, preço/kg por grau, margem, impostos, capital de giro) | 🟠 Em consolidação |
| 2 | Definição formal da “TORRE” (P&ID/PFD, capacidade, ciclo, OEE, yield, gargalos) | 🟠 Em elaboração |
| 3 | Balanço/contábil (mesmo inicial) + plano de auditoria | 🔴 A publicar |
| 4 | CoA de 3 lotes consecutivos (pureza, endotoxina, IgG, bioburden, umidade, cinzas, pH, solubilidade) | 🟠 Em geração |
| 5 | Evidência de rastreabilidade da matéria-prima (origem, cadeia fria, anticoagulante, tempo até processamento) | 🟠 Em formalização |
| 6 | Licenças: sanitária, ambiental, resíduos/efluentes + escopo/validade + RT (instalação parceira) | 🟢 Via parceiros |
| 7 | Pipeline comercial: LOIs/contratos, clientes-alvo, exigências de qualificação, prazo de homologação | 🔴 A anexar |
| 8 | Políticas de qualidade (CAPA, recall, auditoria) + evidências | 🟠 Em estruturação |
| 9 | Estrutura jurídica do investimento (minuta/termos), governança/reporting + parecer CVM | 🟠 Jurídico |
| 10 | “Reconciliation” dos números (R$50m vs US$10m vs R$7m/TORRE etc.) com controle de versão | 🟢 Prioridade |
| 11 | Contrato de sociedade operacional Laboratório Simões + ProVets (escopo, responsabilidades, auditorias, SLA de qualidade) | 🟠 Em fechamento |
Nota CEO: a combinação “instalação licenciada + QMS + CoA de 3 lotes + LOIs/contratos” é o núcleo do fechamento de DD.
Notas de confidencialidade
Este documento não descreve detalhes sensíveis do componente proprietário (TORRE). Materiais técnicos podem ser compartilhados sob NDA em nível suficiente para validação.
O que o investidor recebe sob NDA
- PFD/P&ID em nível de engenharia (sem exposição indevida de segredos industriais).
- Plano de validação (IQ/OQ/PQ), métodos analíticos e critérios de aceitação.
- Orçamentos por fornecedor (CAPEX) + contratos/LOIs (receita) + licenças/escopo da instalação parceira.
Próximo passo recomendado
Reunião 60 min (CEO + Qualidade + Jurídico)
Objetivo: fechar (i) escopo do investimento, (ii) estrutura (CVM), (iii) cronograma do Data Room e (iv) métricas de validação (CoA, yield, OEE, specs por grau).
© BioNorma Solutions • Documento executivo para negociação
HTML v2 • Fundo branco • Fonte preta • Paleta BioNorma
Executive letter to the investor
Document to answer the Due Diligence questionnaire (technical, commercial and legal) in an objective way.
For confidentiality, the proprietary component is described as TOWER; all other subsystems are off‑the‑shelf items.
CEO message: focus on de‑risking
This response is structured to be auditable: (i) we define a standard unit (1 TOWER), (ii) reconcile figures, (iii) describe measurement/quality methods and (iv) list objective evidence for the Data Room.
Where final results are still pending (e.g., three consecutive lots), we provide the method, the validation plan and the deliverable — without assuming commercial premises without contracts.
Output (1 TOWER)
1.3 kg/day
1 shift • 8h
Monthly output (1 TOWER)
28.6 kg/month
22 operating days
Monthly OPEX (1 TOWER)
R$ 477k
Planning baseline
Base CAPEX (1 TOWER)
R$ 2.049M
Conservative baseline
Rule 1 TOWER = one operational capacity unit
Scale 10 TOWERS = 10× output capacity (with efficiency curve in unit costs)
Governance Evidence controlled in the Data Room
Risk matrix (executive)
What typically breaks an industrial project in DD — and how we address it.
Licenses & GMP
Initial production inside a partner facility with licenses and pharma‑level adequacy (see Partners & Licenses).
Mitigation: infrastructure + QMS
Quality (CoA, endotoxin, IgG)
CoA package for 3 consecutive lots + analytical methods and release criteria by grade (RUO/Cell Culture/IVD).
Mitigation: evidence + repeatability
Unit economics (price & payback)
Replace “simulation” with “contracts”: B2B pricing by grade with LOIs/contracts and traceable assumptions (OEE, taxes, working capital).
Mitigation: reconciliation + LOIs
Supply & traceability
Formal origin policy and cold chain, incoming QC and lot traceability through CoA.
Mitigation: traceability
Numbers and scaling
Consolidation per 1 TOWER and direct projection to 10 TOWERS (capacity).
For DD, scale costs are presented in two views: (i) conservative linear and (ii) efficiency curve (fixed costs diluted + shared QC/utilities).
1 TOWER vs 10 TOWERS
| Metric | 1 TOWER | 10 TOWERS | Notes |
|---|---|---|---|
| Daily output | 1.3 kg/day | 13.0 kg/day | Modular capacity (linear capacity scaling). |
| Monthly output (22 days) | 28.6 kg/month | 286 kg/month | Can increase with multiple shifts (to be defined by OEE and bottlenecks). |
| OPEX (baseline) | R$ 477k/month | R$ 4.77M/month | Conservative (linear). In real scale, part is fixed and dilutes; QC/utilities can be shared. |
| CAPEX (baseline) | R$ 2.049M | R$ 20.49M | Conservative (linear). In scale, infra/QC/WWTP are shareable (efficiency curve). |
Executive calculator (sensitivity)
For stress testing: towers, operating days, B2B price and OPEX. CAPEX is linear (conservative) and will be refined with scale budgets.
| Result | Value | How we calculate |
|---|---|---|
| Monthly output | — | 1.3 kg/day/TOWER × days × towers |
| Monthly revenue | — | output (g) × price (R$/g) |
| Monthly EBITDA (simplified) | — | revenue − (opex × towers) • conservative model |
| Payback (months) | — | CAPEX / EBITDA (if EBITDA > 0). CAPEX will be refined with scale efficiency curve and real budgets. |
CEO note: at DD stage, “price” is only valid when anchored in a contract/LOI and in the product grade (RUO / Cell Culture / IVD).
Any historical R$/g used as simulation will be reconciled and replaced by commercial evidence.
Partners, licenses and pharma‑level adequacy
Essential to reduce regulatory risk and time‑to‑market.
Operating strategy (in final negotiation)
We are finalizing an operational partnership agreement with the owner of Laboratório Simões (Tijuca, Rio de Janeiro) and with ProVets.
The goal is to execute the initial phase (ramp‑up and first commercial lots) in a structure that already has licenses, facilities and quality routine compatible with a pharmaceutical level, accelerating customer audits and reducing licensing risk.
How this de‑risks (what goes into the Data Room)
| Workstream | What changes with Laboratório Simões + ProVets | Evidence |
|---|---|---|
| Licenses | Initial operation within a licensed partner facility, with pharma‑scope adequacy. | 🟠 Copies & scope |
| GxP / QMS | Use/integration of SOPs, records and quality routines; qualified oversight and lot traceability. | 🟠 Procedures |
| Infrastructure & waste | Adequate treatment/disposal for high organic load (effluents/waste), avoiding environmental surprises. | 🟠 Waste/effluent |
| Customer audits | Higher readiness: documentation, records, lot genealogy and CoAs aligned with B2B requirements. | 🟠 Evidence |
Governance: BioNorma will maintain contractual, accounting and operational segregation (production, QC and commercial), with document version control and traceability in the Data Room.
Questionnaire — objective and robust answers (CEO)
Structure for each item: (i) direct answer, (ii) definition/method, (iii) evidence and next steps (Data Room).
1) Is “1.333 kg / 1.5 days” for 10 towers (100 L) or per tower? What is the yield (%) and measurement method?
🟢 Direct answer
- Official baseline: the reference unit is 1 TOWER. In our model: 1.3 kg/day per TOWER (1 shift/8h). Any “/1.5 days” mention is treated as a cycle/step variation and will be reconciled in PFD/P&ID.
- Yield (%) — auditable definition: (dry BSA mass recovered) ÷ (theoretical BSA mass in the fraction actually processed), with mass balance by step and loss tracking.
- Measurement (QC): quantification by UV 280 nm (extinction coefficient), confirmation by SEC‑HPLC (aggregation) and SDS‑PAGE densitometry (purity). If required, an orthogonal method can be added for reconciliation.
- Evidence: “3 consecutive lots” package with overall and stepwise yields, SD and CAPA where applicable.
2) Real addressable market (Brazil/LatAm) by grade (reagent / cell culture / IVD / cosmetic) based on imports + pipeline
🟠 Being structured (with deliverable)
- DD deliverable: TAM/SAM/SOM by grade anchored in (i) import data for relevant codes, (ii) catalog vs bulk benchmarks, and (iii) sales pipeline with qualification stage.
- Commercial proof plan: 20–40 target accounts, qualification criteria (CoA, endotoxin, IgG, bioburden, stability) and homologation timeline by segment.
- Evidence: import/benchmark/pipeline spreadsheet (with LOIs when available).
3) 12‑month payback: calculated on what, and with which assumptions (price/kg, yield, OEE, % contracted sales, taxes, working capital)?
🟠 Re‑baselining (auditable model)
- Direct answer: payback can only be asserted after we define the scope (per TOWER, line or equity) and anchor price in contracts/LOIs by grade, with validated yield, OEE, taxes and working capital.
- How we will present: (i) payback per TOWER, (ii) project/line payback with ramp‑up, (iii) sensitivity (price, yield, OEE, grade mix).
- Evidence: version‑controlled financial model with reconciled assumptions (Data Room items 1 and 10).
4) Purity method and endotoxin (EU/mg) and IgG (ppm) limits by grade sold
🟢 Methodology defined
- Purity (release): SDS‑PAGE densitometry (minimum by grade) + confirmatory method (SEC‑HPLC for aggregates; IEX/UPLC as required by customer).
- Endotoxin: LAL (EU/mg) with limits defined by grade (RUO vs low‑endotoxin).
- IgG: ELISA/immunoassay with ppm limits by grade — especially for sensitive applications.
- Evidence: CoA for 3 consecutive lots per grade: purity, endotoxin, IgG, bioburden, moisture, ash, pH, solubility, aggregation.
5) Biological risks (variability, contamination, endotoxin, denaturation) — how are they addressed? And where does the raw material come from?
🟢 Controls & traceability
- Lot‑to‑lot variability: incoming specification and qualification (criteria: hemolysis, pH, conductivity, bioburden, temperature/time). Documented accept/reject rules.
- Microbial contamination: cold chain with maximum hold times; bioburden sampling at receipt and by step; cleaning/sanitation procedures; mandatory batch records.
- Endotoxin: upstream control (avoid bacterial growth), LAL monitoring by step and process barriers (filtration/purification steps and sanitation controls).
- Denaturation/aggregation: temperature/pH and hold‑time control; confirmation via SEC‑HPLC/solubility; grade‑specific limits.
- Raw material: lot traceability and origin documentation. The initial operation with Laboratório Simões + ProVets strengthens cold chain and records (Data Room: traceability policy + evidence).
6) Brazilian securities rules (CVM): public vs private placement? Compatible terms?
🟠 Legal/structure being formalized
- Guideline: fundraising and communications will be structured with legal counsel to keep the correct regulatory framing, documentation and governance.
- Deliverable: legal memo + draft structure (vehicle), rights, duties, reporting and compliance.
7) Corporate scope/CNAE and licenses (health/environment), real GMP capacity, segregation
🟢 Practical mitigation: licensed operation + corporate alignment
- Direct answer: to reduce risk and accelerate audits, BioNorma is finalizing an operational partnership with Laboratório Simões (Tijuca/RJ) and ProVets, leveraging their licenses, facilities and quality routine compatible with pharma level for the initial phase.
- Licenses: Data Room will include copies, scope, validity and responsible technical professional from the partner facility, plus contracts defining responsibilities and audit rights.
- Corporate alignment (BioNorma): we will adjust corporate scope/CNAE as needed to reflect biotech/industrial operations for customer and investor consistency.
- Capacity (GMP/quality): execution within partner facility under QMS; BioNorma implements integrated change control and traceability.
- Segregation: formal segregation (contractual/accounting/operational) between any unrelated activities and the biochemical input manufacturing.
8) “40 g/L” — per liter of whole blood or per liter of plasma/serum? Definition + method
🟠 Formal definition (avoid ambiguity)
- Guideline: concentrations will always reference the fraction actually processed (plasma/serum), not whole blood.
- Method: total protein and specific BSA (UV/HPLC) with curves/standards; method controlled in QMS.
- Evidence: method report + reconciliation worksheet with samples and batch records.
9) Real yield (%) and lot‑to‑lot standard deviation
🟠 Being generated (3 lots)
- DD deliverable: overall and stepwise yields (mass balance), SD across 3 consecutive lots, and CAPA if variation exceeds control.
- Presentation: stepwise chart + loss table + input vs output reconciliation.
10) Why “396 L/day in 300 animals”? Collectable vs “physiological volume”
🟢 Corrected approach
- Direct answer: industrial supply does not depend on recurrent “physiological collection”. The realistic route is via slaughterhouse by‑product supply chain with inspection and traceability.
- Evidence: supply policy, supplier qualification criteria and cold chain/time‑to‑process records.
11) Bottleneck: “1.5‑day lot” vs “4‑day filter”
🟠 To be reconciled (engineering)
- How we will close it: cycle diagram per step (process → clarification → filtration/TFF → drying) with installed capacity, hold times and OEE.
- Typical mitigation: parallelization (multiple modules), critical redundancy and scheduling; true bottleneck defines sizing for 1 TOWER and scale.
- Evidence: PFD/P&ID + capacity table by equipment + expansion plan to 10 TOWERS.
12) “2 t/month” math: how many modules? (fix 625 vs 6,250)
🟠 Correction and sizing
- Direct answer: we will present the full calculation with consistent units (L/day, kg/month, g/L) and the required number of modules sized by true capacity and bottlenecks.
- DD deliverable: revised sizing sheet (unit check) + reconciliation with deck and model figures.
13) Who owns QMS/Regulatory/Trade (Comex) in the team?
🟠 Being structured with partners
- Plan: formalize (i) Quality/QMS lead, (ii) Regulatory (ANVISA/MAPA depending on framing and grade), and (iii) Trade/Comex for exports.
- Immediate mitigation: initial operation with Laboratório Simões + ProVets leverages existing quality routines while internal roles are formalized.
- Evidence: updated org chart, job descriptions, contracts/terms and RACI.
14) Product grades (RUO / cell culture low endotoxin / IVD / GMP) and expected B2B price
🟢 Grade strategy (no “assumed” price)
- Strategy: start with RUO/Cell Culture grades where qualification is objective via CoA and audits; evolve to more regulated applications as validations mature.
- Price: defined by contracts/LOIs by grade and volume. In DD, we present benchmarks and commercial policy (volume tiers, SLA, specs).
- Evidence: pipeline + LOIs/contracts + spec table by grade and cost per g (incl. taxes and working capital).
15) Real OPEX per kg (includes QC, waste, utilities, losses, rework?)
🟢 Baseline + audit detail
- Current baseline (1 TOWER): monthly OPEX R$ 477,000 and 28.6 kg/month → ~R$ 16.7/g (planning; conservative).
- DD scope: line‑by‑line breakdown: QC (reagents, calibration, standards), waste/effluent, utilities, losses and rework, allocated per kg.
- Scale: at 10 TOWERS, shared overhead (quality/infra) reduces unit costs — presented via efficiency curve backed by supplier budgets.
16) EU exports: how do you address ABP (1069/2009 + 142/2011)?
🟠 Regulatory roadmap
- Guideline: map ABP framing and applicable requirements by grade/end use, ensuring traceability, segregation and processing documentation.
- Deliverable: EU ABP regulatory matrix + origin/processing evidence and shipping documentation.
17) TSE/BSE plan: dossier aligned with EMA/410/01 rev.3 and WOAH Brazil status
🟠 TSE dossier
- Guideline: build TSE/BSE dossier with risk assessment (origin, region, mitigation) and supplier declarations, aligned to typical international customer requirements.
- Deliverable: TSE statement + supplier evidence + risk assessment.
18) US: which permits/documents (APHIS/CBP) have you mapped?
🟠 Checklist under construction
- Guideline: export checklist for the US by end use, documentation and labeling; alignment with importer requirements.
- Deliverable: US checklist + importer requirements + shipping documents.
19) “R$600 million/month (R$6 million/month)” — which one is correct and why?
🟢 Formal reconciliation
- Direct answer: divergences came from mixed units (g/kg), scale (1 vs 10 TOWERS) and simulations with non‑contracted prices. This will be eliminated with controlled reconciliation.
- Deliverable: reconciliation worksheet with units, baseline (1 TOWER), scale (10 TOWERS), commercial assumptions (contract/LOI) and version trail.
Evidence commitment (Data Room)
Investor decisions should rely on evidence: CoAs, traceability, licenses, QMS, and contracts/LOIs.
Items “in validation” have method and delivery timing defined in the checklist.
Data Room — audit‑ready checklist
Aligned to the DD questionnaire to support deeper investor review.
| Item | Deliverable | Status |
|---|---|---|
| 1 | Full deck + financial model (CAPEX/OPEX, ramp, price/kg by grade, margin, taxes, working capital) | 🟠 Consolidating |
| 2 | Formal definition of the “TOWER” (P&ID/PFD, capacity, cycle, OEE, yield, bottlenecks) | 🟠 In progress |
| 3 | Financial statements (even initial) + audit plan | 🔴 To publish |
| 4 | CoA for 3 consecutive lots (purity, endotoxin, IgG, bioburden, moisture, ash, pH, solubility) | 🟠 Generating |
| 5 | Raw material traceability evidence (origin, cold chain, anticoagulant, time‑to‑process) | 🟠 Formalizing |
| 6 | Licenses: health, environmental, waste/effluents + scope/validity + responsible professional (partner facility) | 🟢 Via partners |
| 7 | Commercial pipeline: LOIs/contracts, target customers, qualification requirements, homologation timeline | 🔴 To attach |
| 8 | Quality policies (CAPA, recall, audit) + evidence | 🟠 Structuring |
| 9 | Investment legal structure (draft/terms), governance/reporting + CVM memo | 🟠 Legal |
| 10 | Reconciliation of figures (R$50m vs US$10m vs R$7m/TOWER etc.) with version control | 🟢 Priority |
| 11 | Operational partnership contract Laboratório Simões + ProVets (scope, responsibilities, audits, quality SLA) | 🟠 In negotiation |
CEO note: the combination “licensed facility + QMS + 3‑lot CoA + LOIs/contracts” is the core of DD closure.
Confidentiality notes
This document does not disclose sensitive details of the proprietary component (TOWER). Technical materials can be shared under NDA at a level sufficient for validation.
What the investor receives under NDA
- PFD/P&ID at engineering level (without undue exposure of trade secrets).
- Validation plan (IQ/OQ/PQ), analytical methods and acceptance criteria.
- Supplier budgets (CAPEX) + LOIs/contracts (revenue) + partner facility licenses/scope.
Recommended next step
60‑minute meeting (CEO + Quality + Legal)
Goal: close (i) investment scope, (ii) regulatory/legal structure, (iii) Data Room timeline and (iv) validation metrics (CoA, yield, OEE, grade specs).
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Carta ejecutiva al inversor
Documento para responder objetivamente el cuestionario de Due Diligence (técnico, comercial y legal).
Por confidencialidad, el componente propietario se describe como TORRE; los demás subsistemas son ítems comerciales.
Mensaje del CEO: foco en reducción de riesgo
Esta respuesta fue estructurada para ser auditables: (i) definimos una unidad estándar (1 TORRE), (ii) reconciliamos cifras, (iii) describimos métodos de medición/calidad y (iv) listamos evidencias objetivas para el Data Room.
Donde aún no hay resultado final (p.ej., tres lotes consecutivos), presentamos método, plan de validación y entregable — sin asumir premisas comerciales sin contrato.
Producción (1 TORRE)
1,3 kg/día
1 turno • 8h
Producción mensual (1 TORRE)
28,6 kg/mes
22 días operativos
OPEX mensual (1 TORRE)
R$ 477 mil
Base de planificación
CAPEX base (1 TORRE)
R$ 2,049 M
Base conservadora
Regla 1 TORRE = unidad operativa de capacidad
Escala 10 TORRES = 10× capacidad (con curva de eficiencia en costos unitarios)
Gobernanza Evidencias controladas en el Data Room
Matriz de riesgos (ejecutiva)
Lo que normalmente “rompe” un proyecto industrial en DD y cómo lo mitigamos.
Licencias & GMP
Producción inicial en instalación socia con licencias y adecuación farmacéutica (ver sección Socios & Licencias).
Mitigación: infraestructura + QMS
Calidad (CoA, endotoxina, IgG)
Paquete de CoA de 3 lotes consecutivos + métodos analíticos y criterios por grado (RUO/Cell Culture/IVD).
Mitigación: evidencia + reproducibilidad
Economía (precio & payback)
De “simulación” a “contrato”: precio B2B por grado con LOIs/contratos y premisas rastreables (OEE, impuestos, capital de trabajo).
Mitigación: conciliación + LOIs
Suministro & trazabilidad
Política formal de origen y cadena fría, criterios de aceptación y trazabilidad de lote hasta el CoA.
Mitigación: trazabilidad
Números y escalamiento
Consolidación por 1 TORRE y proyección directa para 10 TORRES (capacidad).
Para DD, costos en escala en dos visiones: (i) conservadora lineal y (ii) curva de eficiencia (fijos diluidos + QC/utilidades compartidos).
1 TORRE vs 10 TORRES
| Métrica | 1 TORRE | 10 TORRES | Notas |
|---|---|---|---|
| Producción diaria | 1,3 kg/día | 13,0 kg/día | Capacidad modular (escala lineal de capacidad). |
| Producción mensual (22 días) | 28,6 kg/mes | 286 kg/mes | Puede aumentar con múltiples turnos (según OEE y cuellos de botella). |
| OPEX (base) | R$ 477 mil/mes | R$ 4,77 M/mes | Conservador (lineal). En escala real, parte es fijo y se diluye; QC/utilidades pueden compartirse. |
| CAPEX (base) | R$ 2,049 M | R$ 20,49 M | Conservador (lineal). Infra/QC/ETE son compartibles (curva de eficiencia). |
Calculadora ejecutiva (sensibilidad)
Para stress test: torres, días, precio B2B y OPEX. CAPEX es lineal (conservador) y se refina con presupuestos en escala.
| Resultado | Valor | Cómo calculamos |
|---|---|---|
| Producción/mes | — | 1,3 kg/día/TORRE × días × torres |
| Ingresos/mes | — | producción (g) × precio (R$/g) |
| EBITDA/mes (simplificado) | — | ingresos − (opex × torres) • modelo conservador |
| Payback (meses) | — | CAPEX / EBITDA (si EBITDA > 0). Se refina CAPEX con curva de escala y presupuestos reales. |
Nota del CEO: en DD, el “precio” solo es válido si está anclado en contrato/LOI y en el grado del producto (RUO / Cell Culture / IVD).
Cualquier R$/g histórico usado como simulación será conciliado y reemplazado por evidencia comercial.
Socios, licencias y adecuación farmacéutica
Esencial para reducir riesgo regulatorio y acelerar time‑to‑market.
Estrategia operativa (en cierre)
Estamos cerrando un acuerdo operativo con el propietario del Laboratório Simões (Tijuca, RJ) y con ProVets.
Objetivo: ejecutar la fase inicial (rampa y primeros lotes comerciales) dentro de una estructura con licencias, adecuaciones y rutina de calidad compatibles con nivel farmacéutico.
Cómo mitigamos el riesgo (evidencia para el Data Room)
| Frente | Qué cambia con Laboratório Simões + ProVets | Evidencia |
|---|---|---|
| Licencias | Operación inicial en instalación socia licenciada y adecuada para alcance farmacéutico. | 🟠 Copias & alcance |
| Buenas prácticas / QMS | POPs, registros y rutina de calidad; trazabilidad por lote. | 🟠 Procedimientos |
| Infra & descarte | Tratamiento y descarte adecuados de efluentes/residuos. | 🟠 Residuos/efluentes |
| Auditorías | Mayor preparación: documentación, registros, genealogía de lote y CoA consistentes. | 🟠 Evidencia |
Gobernanza: segregación contractual, contable y operativa (producción, QC y comercial), con versionado y trazabilidad documental en el Data Room.
Cuestionario — respuestas objetivas y robustas (CEO)
Estructura por ítem: (i) respuesta directa, (ii) definición/método, (iii) evidencia y próximos pasos (Data Room).
1) “1,333 kg/1,5 días” ¿es por 10 torres (100 L) o por torre? ¿Yield (%) y método de medición?
🟢 Respuesta directa
- Base oficial: la unidad de referencia es 1 TORRE. Modelo: 1,3 kg/día por TORRE (1 turno/8h). Cualquier “/1,5 días” se trata como variación de ciclo/etapa y se concilia en PFD/P&ID.
- Yield (%) — definición auditable: (masa de BSA seca recuperada) ÷ (masa teórica de BSA en la fracción procesada), con balance de masa por etapa y registro de pérdidas.
- Medición (QC): UV 280 nm, confirmación SEC‑HPLC (agregación) y SDS‑PAGE densitometría (pureza). Método ortogonal si el auditor lo exige.
- Evidencia: paquete de “3 lotes consecutivos” con yield global y por etapa, SD y CAPA cuando aplique.
2) Mercado direccionable (Brasil/LatAm) por grado basado en importación + pipeline
🟠 En estructuración (con entregable)
- TAM/SAM/SOM por grado anclado en datos de importación, benchmark y pipeline comercial.
- Plan de prueba comercial: 20–40 cuentas objetivo, criterios de calificación y cronograma de homologación.
- Evidencia: planilla + LOIs (cuando estén disponibles).
3) Payback 12 meses: supuestos (precio, yield, OEE, ventas contratadas, impuestos, capital de trabajo)
🟠 Rebase (modelo auditable)
- Payback solo tras definir alcance y anclar precio en contratos/LOIs por grado, con yield/OEE validados e impuestos/CG incluidos.
- Se presentará payback por TORRE, por proyecto con rampa y sensibilidad (precio/yield/OEE/mix).
4) Método de pureza y límites de endotoxina (EU/mg) e IgG (ppm) por grado
🟢 Metodología definida
- Pureza: SDS‑PAGE densitometría + confirmación (SEC‑HPLC/IEX/UPLC según cliente).
- Endotoxina: LAL con límites por grado.
- IgG: ELISA con límites en ppm.
- CoA 3 lotes consecutivos por grado.
5) Riesgos biológicos y origen de materia prima
🟢 Controles & trazabilidad
- Especificación de entrada y reglas aceptar/rechazar.
- Cadena fría, hold‑times máximos y bioburden por etapa.
- Control de endotoxina (LAL por etapa) y mitigación de agregación por control de T/pH.
- Origen con documentación y trazabilidad; socios refuerzan registros/cadena fría.
6) Enfoque CVM: captación pública o restringida
🟠 Jurídico en formalización
- Estructuración con asesoría legal, documentación y gobernanza; entregar parecer y minuta.
7) CNAE/objeto social y licencias; capacidad real GMP; segregación
🟢 Mitigación práctica
- Operación inicial en instalación socia licenciada (Laboratório Simões + ProVets) para acelerar auditorías.
- Data Room: licencias, alcance, vigencia, RT y contrato con responsabilidades/auditorías.
- Ajuste de CNAE/objeto social y QMS integrado con control de cambios.
8) “40 g/L”: ¿por L de sangre total o plasma/suero?
🟠 Definición formal
- Siempre referir a la fracción procesada (plasma/suero); método UV/HPLC; evidencia: reporte de método + reconciliación.
9) Yield real (%) y desvío estándar
🟠 En generación
- Balance de masa por etapa, SD en 3 lotes consecutivos, CAPA cuando aplique.
10) “396 L/día en 300 animales”
🟢 Corrección
- Suministro vía cadena de subproducto de faena con inspección y trazabilidad.
11) Cuello de botella: “lote 1,5 días” vs “filtro 4 días”
🟠 A conciliar
- Diagrama de ciclo por etapa + capacidad instalada + OEE; mitigación por paralelización y redundancia.
12) Cálculo 2 t/mes: módulos y corrección de unidades
🟠 Dimensionamiento
- Planilla revisada con unidades consistentes y reconciliación con el deck/modelo.
13) Responsables QMS/Regulatorio/Comex
🟠 Estructuración
- Formalizar roles y RACI; mitigación inmediata via socios con rutina de calidad.
14) Grado del producto y precio esperado
🟢 Estrategia por grado
- Iniciar RUO/Cell Culture y evolucionar; precio definido por contratos/LOIs; evidencias: pipeline + specs.
15) OPEX real por kg
🟢 Base + detalle
- Base 1 TORRE: ~R$ 16,7/g; se desglosa QC, descarte, utilidades, pérdidas y retrabajo; curva de eficiencia para 10 torres.
16) Exportación UE: ABP (1069/2009 + 142/2011)
🟠 Roadmap
- Matriz regulatoria ABP por uso final; evidencia de origen/procesamiento y documentación de embarque.
17) TSE/BSE: dossier (EMA/410/01 rev.3) y status WOAH
🟠 Dossier
- Statement TSE + evidencia de proveedor + evaluación de riesgo.
18) EUA: permisos/documentos (APHIS/CBP)
🟠 Checklist
- Checklist por uso final + requisitos del importador + documentos de embarque.
19) “R$600M/mes (R$6M/mes)”
🟢 Conciliación
- Se elimina divergencia con conciliación controlada (unidades, escala, supuestos comerciales y control de versión).
Compromiso de evidencia (Data Room)
Decisión basada en evidencias: CoAs, trazabilidad, licencias, QMS y contratos/LOIs. Ítems “en validación” tienen método y plazo definidos.
Data Room — checklist (listo para auditoría)
Lista alineada al cuestionario de DD.
| Ítem | Entregable | Estado |
|---|---|---|
| 1 | Deck completo + modelo financiero (CAPEX/OPEX, rampa, precio/kg por grado, margen, impuestos, capital de trabajo) | 🟠 En consolidación |
| 2 | Definición formal de la “TORRE” (P&ID/PFD, capacidad, ciclo, OEE, yield, cuellos de botella) | 🟠 En elaboración |
| 3 | Estados financieros (iniciales) + plan de auditoría | 🔴 A publicar |
| 4 | CoA de 3 lotes consecutivos (pureza, endotoxina, IgG, bioburden, humedad, cenizas, pH, solubilidad) | 🟠 En generación |
| 5 | Evidencia de trazabilidad de materia prima (origen, cadena fría, anticoagulante, tiempo a proceso) | 🟠 En formalización |
| 6 | Licencias (sanitaria/ambiental/residuos/efluentes) + alcance/vigencia + RT (instalación socia) | 🟢 Vía socios |
| 7 | Pipeline comercial: LOIs/contratos, clientes objetivo, requisitos de calificación, cronograma de homologación | 🔴 A anexar |
| 8 | Políticas de calidad (CAPA, recall, auditoría) + evidencias | 🟠 En estructura |
| 9 | Estructura legal de inversión (minuta/terminos), gobernanza/reporting + parecer CVM | 🟠 Legal |
| 10 | Conciliación de números con control de versión | 🟢 Prioridad |
| 11 | Contrato operativo Laboratório Simões + ProVets (alcance, responsabilidades, auditorías, SLA) | 🟠 En cierre |
Nota CEO: “instalación licenciada + QMS + CoA 3 lotes + LOIs/contratos” es el núcleo del cierre de DD.
Notas de confidencialidad
Este documento no detalla el componente propietario (TORRE). Material técnico puede compartirse bajo NDA a nivel suficiente para validación.
Lo que el inversor recibe bajo NDA
- PFD/P&ID a nivel de ingeniería.
- Plan de validación (IQ/OQ/PQ), métodos analíticos y criterios.
- Presupuestos de proveedores (CAPEX) + LOIs/contratos (ingreso) + licencias/alcance de la instalación socia.
Próximo paso recomendado
Reunión 60 min (CEO + Calidad + Legal)
Objetivo: definir alcance de inversión, estructura legal, cronograma del Data Room y métricas de validación.
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致投资人的执行层说明
用于客观回应尽职调查问卷(技术 / 商业 / 法务)。出于保密要求,专有核心部件以 塔(TOWER) 表述;其余子系统均为通用商业设备/模块。
CEO 说明:以“降风险”为核心
本文件按 可审计 的方式组织:(i) 统一计量单位(1 台塔),(ii) 数字口径统一与对账,(iii) 明确质量/测量方法,(iv) 列出 Data Room 的客观证据。
对尚未最终完成的部分(如连续 3 批次),我们给出 方法、验证计划 与 交付物,避免在没有合同/LOI 前提下“先假设商业结论”。
产能(1 台塔)
1.3 kg/天
1 班 • 8 小时
月产量(1 台塔)
28.6 kg/月
按 22 个生产日
月度 OPEX(1 台塔)
R$ 477k
规划基线
基准 CAPEX(1 台塔)
R$ 2.049M
保守口径
规则 1 台塔 = 一个产能单元
扩产 10 台塔 = 10× 产能(单位成本随规模具备效率曲线)
治理 证据统一进入 Data Room 并受控
风险矩阵(执行层)
尽调中最常见的“项目失败点”以及我们的应对方式。
许可与 GMP
初期在具备许可与制药级条件的合作方设施内生产(见“合作伙伴与许可”)。
缓释:设施 + QMS
质量(CoA、内毒素、IgG)
连续 3 批 CoA + 分析方法与分级放行标准(RUO/细胞培养/IVD)。
缓释:证据 + 可重复性
经济性(价格与回本)
用合同/LOI 替代“纯模拟”:按分级制定 B2B 价格,并明确 OEE、税负、营运资金等假设口径。
缓释:对账 + LOI
供应与溯源
原料来源与冷链政策、验收标准、批次到 CoA 的全链路追溯。
缓释:可追溯
关键数字与扩产口径
以 1 台塔为单位汇总,并直接外推到 10 台塔。
成本提供两种口径:(i) 线性保守;(ii) 规模效率(固定成本摊薄 + QC/公用工程共享)。
1 台塔 vs 10 台塔
| 指标 | 1 台塔 | 10 台塔 | 说明 |
|---|---|---|---|
| 日产量 | 1.3 kg/天 | 13.0 kg/天 | 模块化产能(线性扩产)。 |
| 月产量(22 天) | 28.6 kg/月 | 286 kg/月 | 可通过多班制提升(由 OEE 与瓶颈决定)。 |
| OPEX(基线) | R$ 477k/月 | R$ 4.77M/月 | 线性保守;实际规模下部分固定项可摊薄,QC/公用工程可共享。 |
| CAPEX(基线) | R$ 2.049M | R$ 20.49M | 线性保守;基础设施/QC/污水处理具备共享与效率曲线。 |
管理层敏感性计算器
用于压力测试:塔数、开工天数、合同价与 OPEX。CAPEX 先按线性保守,后续以规模预算校准。
| 结果 | 数值 | 计算口径 |
|---|---|---|
| 月产量 | — | 1.3 kg/天/塔 × 天数 × 塔数 |
| 月收入 | — | 产量(g)× 价格(R$/g) |
| 月 EBITDA(简化) | — | 收入 −(OPEX × 塔数)• 保守模型 |
| 回本期(月) | — | CAPEX / EBITDA(若 EBITDA>0)。后续按规模效率曲线与真实预算更新。 |
CEO 注:尽调阶段,“价格”必须以 合同/LOI 与产品等级(RUO/细胞培养/IVD)为锚定。
任何历史 R$/g 的模拟值都会被对账并以商业证据替换。
合作伙伴、许可与制药级条件
用于降低合规风险并加速上市。
运营策略(正在完成签约)
我们正与 Laboratório Simões(里约 Tijuca) 的负责人以及 ProVets 完成 运营合作/合伙 的签约。
目标是在已具备 许可、设施条件与质量体系 的制药级环境中完成初期爬坡与首批商业批次,以加速客户审计并降低许可风险。
如何降风险(进入 Data Room 的证据)
| 方向 | 与 Simões + ProVets 合作后的变化 | 证据 |
|---|---|---|
| 许可 | 初期在合作方持证设施内运行,并满足制药级范围要求。 | 🟠 许可文件/范围 |
| QMS | SOP、记录与质量例行流程;批次追溯与责任界定。 | 🟠 程序文件 |
| 基础设施与处置 | 高有机负荷废水/废弃物的合规处理,避免环境风险。 | 🟠 废弃物/废水 |
| 客户审计 | 提升审计准备度:文件、记录、批次谱系与 CoA 更完整一致。 | 🟠 审计证据 |
治理:BioNorma 将保持合同、财务与运营的隔离(生产/QC/商业),并在 Data Room 中进行文件版本控制与追溯。
问卷 — CEO 级别的客观与稳健答复
每题结构:直接答复 → 定义/方法 → 证据与下一步。
1) “1.333 kg / 1.5 天”是 10 台塔还是单塔?产率(%)与测量方法?
🟢 直接答复
- 统一口径:以 1 台塔 为基准:1.3 kg/天/塔(8 小时 1 班)。任何“/1.5 天”的说法按流程周期差异处理,并在 PFD/P&ID 中对账。
- 产率定义:回收干 BSA 质量 ÷ 实际处理分馏中的理论 BSA 质量;按步骤做质量平衡与损失记录。
- 测量方法:UV280 定量(消光系数),SEC‑HPLC 评估聚集,SDS‑PAGE 密度法评估纯度;必要时加入正交方法以满足审计。
- 证据:连续 3 批次的整体与分步产率、标准差与 CAPA。
2) 巴西/拉美可服务市场:按等级(试剂/细胞培养/IVD/化妆品)并以进口+管线支撑
🟠 正在结构化
- 交付:按等级拆分 TAM/SAM/SOM(进口数据、基准价格、销售管线)。
- 商业验证:20–40 个目标客户、CoA/内毒素/IgG/生物负载/稳定性等准入标准与认证节奏。
3) 12 个月回本:口径与假设(价格、产率、OEE、合同覆盖、税与营运资金)
🟠 口径重置
- 需先明确投资范围(按塔/按产线/按股权)并以合同/LOI 锚定价格与等级,再结合产率、OEE、税与营运资金计算。
- 交付:按塔回本、含爬坡的项目回本、以及敏感性分析(价格/产率/OEE/产品组合)。
4) 纯度方法、内毒素(EU/mg)与 IgG(ppm)指标
🟢 方法明确
- 纯度:SDS‑PAGE 密度法 + 确认(SEC‑HPLC/IEX/UPLC 视客户要求)。
- 内毒素:LAL,按等级设定限度;IgG:ELISA,按等级设定 ppm 限度。
- 证据:按等级连续 3 批 CoA。
5) 生物风险与原料来源
🟢 控制与溯源
- 来料规格与放行/拒收标准;冷链与最大停留时间;分步生物负载监控。
- 内毒素:分步 LAL;聚集/变性:温度、pH 与停留时间控制并以 SEC‑HPLC/溶解性验证。
- 原料:批次级溯源与来源文件;合作方设施强化记录与冷链。
6) 巴西 CVM 合规:公开 vs 私募?
🟠 法务在推进
- 将由法务顾问完成结构与合规文件(条款、信息披露、治理与报告)。
7) 经营范围/CNAE 与许可、GMP 能力与隔离
🟢 实操降风险
- 初期依托持证合作方(Simões + ProVets)运行;Data Room 提供许可、范围、有效期、负责人及合同责任/审计条款;并同步完善 BioNorma 的公司范围与 QMS。
8) “40 g/L”口径(全血 vs 血浆/血清)
🟠 明确口径
- 统一以实际处理分馏(血浆/血清)计;方法 UV/HPLC;证据为方法报告与对账表。
9) 实际产率与批间波动
🟠 生成中
- 连续 3 批质量平衡、分步产率与标准差,必要时 CAPA。
10) “396 L/天/300 头”说明
🟢 口径修正
- 工业供应以屠宰副产物供应链为主,强调检验与溯源。
11) 瓶颈:1.5 天批次 vs 4 天过滤
🟠 工程对账
- 以流程周期图、设备产能表与 OEE 定义真实瓶颈;通过并联模块、冗余与排产缓解。
12) 2 吨/月的模块数与单位纠错
🟠 尺寸化
- 交付统一单位的尺寸化表与与 deck/模型对账表。
13) QMS/法规/外贸负责人
🟠 正在搭建
- 将形成组织架构、岗位说明与 RACI;初期由合作方质量体系支撑。
14) 产品等级与 B2B 价格
🟢 按等级策略
- 先 RUO/细胞培养,再逐步进入更严监管场景;价格以合同/LOI 为准;证据:管线+规格表。
15) 单位 OPEX(含 QC/处置/公用工程/损耗/返工)
🟢 基线+拆解
- 1 台塔基线:约 R$16.7/g;DD 中拆分到行项目;10 台塔按共享与效率曲线展示并由预算支撑。
16) 欧盟出口:ABP(1069/2009 + 142/2011)
🟠 路线图
- 按用途/等级建立 ABP 合规模型、溯源/隔离与出运文件清单。
17) TSE/BSE:EMA/410/01 rev.3 与 WOAH
🟠 Dossier
- TSE 声明 + 供应商证据 + 风险评估。
18) 美国:APHIS/CBP 文件
🟠 清单
- 按用途的出口/进口清单,与进口商要求对齐。
19) “R$6 亿/月 vs R$600 万/月”
🟢 对账机制
- 通过统一单位与规模、并以合同/LOI 锚定假设,进行版本受控的对账,消除差异。
证据承诺(Data Room)
投资决策应建立在证据之上:CoA、溯源、许可、QMS 与合同/LOI。所有“验证中”事项均给出方法与交付节奏。
Data Room — 审计清单
与尽调问卷对齐,用于深度审阅。
| 编号 | 交付物 | 状态 |
|---|---|---|
| 1 | 完整 deck + 财务模型(CAPEX/OPEX、爬坡、分级价格/毛利、税与营运资金) | 🟠 汇总中 |
| 2 | “塔”定义(P&ID/PFD、产能、周期、OEE、产率、瓶颈) | 🟠 编制中 |
| 3 | 财务报表(初期亦可)+ 审计计划 | 🔴 待发布 |
| 4 | 连续 3 批 CoA(纯度、内毒素、IgG、生物负载、含水、灰分、pH、溶解性) | 🟠 生成中 |
| 5 | 原料溯源证据(来源、冷链、抗凝剂、到处理时间) | 🟠 规范中 |
| 6 | 许可:卫生/环境/废弃物与废水 + 范围/有效期 + 负责人(合作方设施) | 🟢 由合作方提供 |
| 7 | 商业管线:LOI/合同、目标客户、准入要求、认证周期 | 🔴 待附 |
| 8 | 质量政策(CAPA、召回、审计)+ 证据 | 🟠 搭建中 |
| 9 | 投资法务结构(条款/治理/报告)+ CVM 合规意见 | 🟠 法务 |
| 10 | 数字对账表(不同版本/口径)+ 版本控制 | 🟢 优先 |
| 11 | 与 Simões + ProVets 的运营合作合同(范围、责任、审计权、质量 SLA) | 🟠 签约中 |
CEO 注:“持证设施 + QMS + 3 批 CoA + LOI/合同”是尽调闭环的核心。
保密说明
本文件不披露“塔(TOWER)”的敏感细节。技术材料可在 NDA 下按足够验证的层级共享。
NDA 下可提供的资料
- PFD/P&ID(工程层级,避免不必要的商业秘密暴露)。
- 验证计划(IQ/OQ/PQ)、分析方法与验收标准。
- 供应商报价(CAPEX)+ LOI/合同(收入)+ 合作方设施许可/范围。
建议下一步
60 分钟会议(CEO + 质量 + 法务)
目标:确定投资范围、合规结构、Data Room 时间表与关键验证指标(CoA、产率、OEE、分级规格)。
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